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Imunofenotipagem

Imunofenotipagem para Hemoglobinuria Paroxistica Noturna

Diagnóstico de Hemoglobinuria Paroxistina Noturna (HPN), atualmente, esse exame tem apenas importância histórica, já que o método de eleição para o diagnóstico da HPN é a citometria de fluxo. Nos últimos dois anos, esforços internacionais levaram à proposição de várias melhorias no diagnóstico da doença. Tais melhorias envolvem aspectos relacionados à padronização de protocolos e de métodos de análise, ao uso de equipamentos de última geração e ao emprego de reagentes mais eficazes, como é o caso da aerolisina fluorescente, ou Flaer, uma proteína derivada de toxinas bacterianas que se ligam diretamente à âncora de GPI, mas não às proteínas ligadas à membrana celular por essa âncora, como ocorre com outros reagentes usados no diagnóstico da HPN. Com esse novo método, é possível identificar até uma célula derivada de um clone HPN, dentre 10.000 células normais, enquanto os testes convencionais, com anticorpos monoclonais apenas para os antígenos CD55 e CD59, têm um limite de sensibilidade de, no máximo, 1%. Além das vantagens no diagnóstico da HPN, o novo exame permite o diagnóstico de pequenos clones HPN em outras síndromes de falência medular em que a presença desses clones pode ter significado clínico, como ocorre na síndrome mielodisplásica hipoplástica e na anemia aplástica.

Metodologia: Imunofenotipagem por Citometria de Fluxo
Material: Sangue total com EDTA ou Heparina (3-5mL). Pacientes politransfundidos devem ser identificados.
Coleta: jejum não necessário.
Conservação: temperatura ambiente
Resultado: até 72 horas úteis
Atenção: a coleta deve ocorrer de 2º a 5º e NUNCA EM VÉSPERAS DE FERIADO devido a possíveis dificuldades de logística.